Depois de a poeira assentar, tentei por alguns meios obter informações sobre o caso do nosso treinador de Andebol. Sobre o que se passou já todos sabemos, mas o que eu procurei fazer foi: perceber se na mesma instituição e o mesmo “senhor” tiveram a mesma atitude perante situações idênticas ou semelhantes. Deparei-me com dois casos. Um muito parecido, do meu ponto de visto e outro mais actual mas que tem algumas diferenças com o caso do nosso treinador. 1º caso – António Natal, docente na mesma faculdade mas no gabinete de futebol e que durante vários anos foi adjunto de Jaime Pacheco no Boavista, Maiorca e mais recentemente Belenenses. Nesta situação e pelo que foi possível perceber nunca o presidente daquela faculdade foi contra a conjugação dos dois cargos. 2º caso – José Guilherme, professor na faculdade, do gabinete de futebol e actual adjunto de Queiroz na selecção nacional. Disseram-me alguns: são casos diferentes. Concordo. Mas este professor até colocou a hipótese de se desvincular da faculdade, e neste caso foi o próprio Bento a dizer ao professor que não era necessário ele consumar a sua desvinculação porque eram perfeitamente exequíveis os dois cargos.
Como se vê, os princípios dos senhores do norte estão bem definidos. Tentam por todos os meios, prejudicar e amordaçar o quanto poderem o Benfica. Estas forças que só se revelam quando é absolutamente necessário, mas estão sempre presentes á nossa volta. Por isso em todos os nossos movimentos, devemos sempre contar com elas.
O Bento pensou que soprava forte, mas a águia com sua serenidade e astúcia, deixou-o passar, vendo-o perder força bem lá longe, aziago, irritadiço e de bola baixa.
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